Indústria musical fará dia de silêncio em apoio a protestos raciais

Homem segura foto de George Floyd, em protesto contra a violência policial contra os negros
Homem segura foto de George Floyd, em protesto contra a violência policial contra os negros

Amanhã (2), as principais gravadoras da indústria musical norte-americana farão parte da “Black Out Tuesday”. Assim, irão suspender seus negócios por um dia e trabalhar com comunidades para combater a desigualdade racial.

A atitude é feita a fim de apoiar os protestos que eclodiram nos EUA por causa da morte de um homem negro, George Floyd, que estava sob custódia policial. Dessa forma, vários artistas importantes também se manifestaram sobre a morte e as manifestações subsequentes.

“Estamos do lado da comunidade negra”, disse a Universal Music no Twitter, com a hashtag #TheShowMustBePaused (“O show precisa ser pausado”, em tradução livre).

“O negócio da música no WMG não continuará como de costume”, escreveu a Warner Records em sua conta, referindo-se ao Warner Music Group, adicionando que fará doações para a “Black Lives Matter” e outros grupos que lutam contra injustiça racial.

A Sony Music fez um anúncio semelhante, enquanto a Interscope Geffen A&M, parte da Universal, disse que não lançaria nenhuma música nova nesta semana.

Em um memorando para a equipe no fim de semana, o presidente da Universal, Lucian Grainge, afirmou que a empresa está montando uma força-tarefa para trabalhar na melhoria de seu desempenho em aspectos como inclusão e justiça social.

“Esta semana, mais uma vez, vimos as realidades mais dolorosas da nossa sociedade sobre raça, justiça e desigualdade trazidas — cruel e brutalmente — para a dura luz do dia”, escreveu ele na nota, vista pela Reuters.

Fonte: Da Redação Namidia News com informações de UOL

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