Após o resultado do primeiro turno, o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) saíram em busca de votos para o segundo turno.
Bolsonaro e Lula disputarão o segundo turno da eleição presidencial, no dia 30 de outubro.

No campo de apoios, o presidente Bolsonaro está em uma situação melhor porque conseguiu montar palanque nos três maiores colégios eleitorais do país, além dos governadores reeleitos do Paraná, Ratinho Junior (PSD), e do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, do MDB. No grupo ainda tem o do ex-juiz Sergio Moro (União Brasil).
O governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), declarou apoio à reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL).
O apoio de Garcia engorda a lista de governadores que declararam apoio ao presidente Bolsonaro. O governador reeleito de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), declarou que apoia o presidente.
“Não que eu concorde totalmente com as pautas do governo federal, mas estarei — muito provavelmente devemos estar acertando isso em mais um ou dois dias — ao lado do presidente Bolsonaro”.

Já com Lula, Marina Silva que foi eleita Deputada Federal de São Paulo, reforçou o apoio ao ex-presidente.
A candidata a presidente Simone Tebet (MDB), declarou apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno. “Ainda que mantenha as críticas ao candidato Luiz Inácio Lula da Silva, depositarei nele o meu voto porque reconheço seu compromisso pela democracia e constituição, o que não reconheço no outro candidato”.
Além de Tebet, também está ao lado de Lula o PDT, de Ciro Gomes, que declarou o apoio na terça-feira, 4.
Também já declararam apoio a Lula o Cidadania, o senador José Serra (PSDB), o governador reeleito do Paraná, Helder Barbalho (MDB), o senador Tasso Jereissati (PSDB), o economista Armínio Fraga.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) declarou voto em Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da eleição presidencial. Em anúncio nas redes sociais, o tucano afirmou que vota “por uma história de luta pela democracia e inclusão social”.
Fonte: Exame