Nasa anuncia sinais de universo paralelo.

apresenta regras opostas da física

Antena Impulsiva Transiente da Antártica (Anita), da Nasa

A ciência de tempos em tempos nos trás muitas surpresas e essas, por algumas vezes,  mais parecem saídas de um filme de ficção cientifica bem clichê. Cientistas e pesquisadores descobriram sinais de um universo paralelo.

Em uma matéria publica pelo site do periódico New Yor Post dá conta que  técnicos da Nasa usando a Antena Impulsiva Transiente da Antártica (Anita), da Nasa,  tinham a intenção de detectar o constante “vento” de partículas de alta energia vindas do espaço. O ar frio e seco do local oferecia o ambiente perfeito para que não houvessem distorções na captação desse fenômeno. Mas a pesquisa foi para outro “lado” bem mais intrigante, digamos assim.

A reportagem nos leva para um mundo bem diferente da nossa realidade; segundo se apurou, devido à baixa energia e massa próxima a zero, os neutrinos subatômicos podem passar completamente pela Terra. No entanto, uma variante de alta energia é interrompida pela matéria sólida do nosso planeta.

Isso significa que elas só podem vir do espaço, já que, se estivessem por aqui, seriam barradas pelos elementos sólidos presentes.  Porém, o que chocou os especialistas foi que detectaram um ruído vindo da Terra. Ao analisarem os dados, encontraram neutrino de alta energia saindo do chão.

Pode parecer sem lógica para nos, pessoas comuns mais para os pesquisadores foi como entrar num filem da franquias Stars Wors.

A descoberta implica que essas partículas podem estar realmente viajando para trás no tempo, sugerindo evidências de um universo paralelo, em que as leis da física funcionam de forma contrária às nossas.


Peter Gorham,  que é um dos principais pesquisadores por trás do projeto Anita

O físico experimental de partículas da Universidade do Havaí Peter Gorham,  que é um dos principais pesquisadores por trás do projeto Anita, disse ao New York Post  que a única maneira do neutrino de alta energia se comportar dessa maneira é se ele se transformasse em um tipo diferente de partícula antes de passar pela Terra.

Ao descrever o fenômeno, o especialista disse que alguns colegas que presenciaram o acontecido ainda estavam céticos, mas que ficaram intrigados com a descoberta. De acordo com ele, a explicação mais simples para o acontecido é que, no momento do Big Bang, explosão que deu origem a tudo, dois universos foram formados: o nosso e um que, da nossa perspectiva, apresenta regras opostas da física.

Porém, pelo menos por enquanto, não há como ter certeza de que há um universo paralelo coexistindo com o nosso. Mesmo assim, essa descoberta não deve ser ignorada. Estudos mais aprofundados talvez possam esclarecer essa questão.

Edição de Jornalismo Fabio Del Porto com informações por New York Post via  Olhar Digital

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