4 estratégias logísticas para amenizar impactos da paralisação dos Correios

O setor de e-commerce, que vinha em constante crescimento devido à quarentena, tem sofrido os impactos da greve dos Correios, que já dura uma semana. Segundo um levantamento feito pela Loja Integrada, 8 em cada 10 pequenos e médios empresários dependem das entregas feitas pela estatal. 

As expectativas são de que a crise atinja grande parte desses lojistas, já que apenas 24% das empresas utilizam motoboys para entregas. Além disso, 28% serviços de logística, segundo o mesmo estudo. 

Para suavizar os efeitos da greve, Fernando Sartori, especialista em logística e CEO da Uello – plataforma que oferece serviço de frete urbano expresso – dá 4 dicas que vão desde alternativas de logística até relacionamento com o consumidor. 

1 – Comunicação com o cliente

Para Sartori, assim que o cliente efetuar a compra, deve receber um aviso de que possivelmente ocorrerão atrasos na entrega. “Sou a favor da hiper transparência, é importante deixar claro que a greve é temporária, mas pode afetar os prazos”, explica. 

2 – Terceirização de entregas

Fernando ressalta que buscar parcerias alternativas de entregas, pode manter o nível de lucro, já que com a demora nas efetivações de entregas e possíveis aumentos no frete, entregas terceirizadas sejam a maior escolha entre os clientes. 

3 – Operação em marketplaces

Unir vendas a grandes redes atingem um público maior, além de também diversificar os métodos de entrega, assim as marcas não se limitam apenas aos serviços fornecidos pelos Correios. Um exemplo é a plataforma OmniK que oferece operação para médias e grandes empresas. Além disso, garante dois modelos, marketplace In (sua loja vira um marketplace) e Out (seus produtos para revenda em outras lojas virtuais).

4 – Habilitação de retiradas

Fernando também indica que os estabelecimentos tenham a opção de o consumidor retirar as compras pessoalmente, nas próprias lojas de forma presencial ou até mesmo em formato drive-thru. “Algumas grandes redes varejistas já adotaram esse modelo. Inclusive em parceria com pequenos comerciantes regionais, transformando estes espaços em pontos de retirada, tanto de entrega”, diz. 

Fonte: Namidia News

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