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Três baianos são presos por tráfico internacional de drogas na Tailândia

Três baianos, incluindo duas irmãs, foram presos no aeroporto de Bangkok, capital da Tailândia, por tráfico internacional de drogas.

O trio é de Feira de Santana e foi preso com cocaína no dia 13 de junho, permanecendo à disposição da Justiça tailandesa. O caso veio a público nesta quinta-feira (30).

As duas irmãs são Samara Taxma Chalegre Muritiba e Daiana Chalegre Muritiba. Elas foram presas em flagrante com um homem identificado como Laécio José Paim das Virgens Filho.

A mãe das duas mulheres, identificada apenas como Soraia, confirmou a prisão e disse que não poderia fornecer mais informações por orientação de advogados. Ela alega que as filhas foram “enganadas por um rapaz”.

Não há detalhes sobre as circunstâncias que ocorreram a prisão, nem o vínculo entre Laécio José e as duas irmãs. Também não há informações se Laécio é o mesmo homem que a mãe das mulheres diz ser responsável pelo crime.

Na Tailândia, conforme a lei do país, a cocaína – droga encontrada com o trio – pertence à categoria 2, e tem como pena máxima 15 anos de prisão.

Nenhum dos três têm passagem pela polícia no Brasil. Segundo o especialista em direito internacional, Maurício Ejchel, os brasileiros serão processados e encarcerados, mas poderão ser extraditados depois de dois anos de reclusão.

Ainda segundo ele, o trio pode ter contato com familiares e há possibilidade de fazer ligações internacionais. O advogado diz que o sistema penitenciário da Tailândia é bastante severo, em certas circunstâncias contendo castigo físico. Ao mesmo tempo, também tem tido uma tendência de medidas alternativas, de acordo com Maurício Ejchel.

O Itamaraty, por meio da Embaixada em Bangkok, informou que acompanha a situação e presta assistência aos brasileiros, em conformidade com os tratados internacionais vigentes e com a legislação local.

O órgão disse também que não poderia passar informações detalhadas a respeito da prisão, de acordo com o direito à privacidade e conforme a Lei de Acesso à Informação.

Fonte: Da Redação Namidia News com informações de g1

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