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Sindicato faz apelo ao Ministério do Trabalho e Ministério Público contra a empresa Milanez em Porto Seguro

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Porto Seguro e Região – SINSPPOR, publicou uma nota onde afirma que continua recebendo várias denúncias sobre o não pagamento dos salários aos trabalhadores contratados e que prestam serviços terceirizados para a prefeitura de Porto Seguro.

Conforme o documento, apesar da promessa dos responsáveis de que haveria a regularização das pendências, inclusive com promessa de pagamento de salários antes do 5º dia útil, “nada acordado foi cumprido”.

“Tivemos uma reunião com a promotora do Ministério Público e a mesma disse que precisa de denúncias individuais dos envolvidos”, diz o sindicato.

“Temos denúncias de trabalhadores passando por enormes dificuldades financeiras, que impossibilita meios de vida; uma mãe que não tem como alimentar seus filhos ou como comprar um botijão de gás, vez que, prestaram o serviço durante todo o mês de junho/2022 e não receberam ou receberam seus salários após o prazo legal”, continua a nota.

Na gestão anterior, segundo o SINSPPOR, os contratos eram fiscalizados de forma rigorosa pelo Ministério Público “e não tínhamos um cenário tão vergonhoso”.

“Nem o mínimo que uma empresa deve fazer que é a gestão destes funcionários não é feita, sendo feito o fechamento de folha pelo RH da prefeitura, serviço qual deveria ser da empresa terceirizada, e assim o lado mais prejudicado é do trabalhador mais uma vez”, afirma o documento.

O sindicato informa que a medida “fere os princípios da administração pública, vez que o município ao terceirizar os serviços públicos, tem o dever de fiscalizar de maneira incisiva o contrato de licitação”.

Por fim, o SINSPPOR informa que protocolou uma denúncia junto ao Ministério do Trabalho e está aguardando retorno do órgão fiscalizador. Ademais, outras medidas estão sendo tomadas, diz o sindicato.

“Até quando devemos receber sem ter posicionamento? Até quando a classe mais vulnerável deve sofrer para receber o que vem trabalhando? Cadê a responsável pela fiscalização do contrato e o Secretário de Administração e Finanças?”, finaliza a nota.

Nota do SINSPPOR

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Porto Seguro e Região – SINSPPOR, vem a público informar que continua recebendo várias denúncias sobre o não pagamento dos salários aos trabalhadores contratados e que prestam serviços terceirizados para a prefeitura de Porto Seguro, Bahia.

Informamos que, apesar da promessa dos responsáveis de que haveria a regularização das pendências, inclusive com promessa de pagamento de salários antes do 5º dia útil, nada acordado foi cumprido. Tivemos uma reunião com a promotora do Ministério Público e a mesma disse que precisa de denúncias individuais dos envolvidos.

Temos denúncias de trabalhadores passando por enormes dificuldades financeiras, que impossibilita meios de vida; uma mãe que não tem como alimentar seus filhos ou como comprar um botijão de gás, vez que, prestaram o serviço durante todo o mês de junho/2022 e não receberam ou receberam seus salários após o prazo legal.

Na gestão anterior os contratos eram fiscalizados de forma rigorosa pelo Ministério Público e não tínhamos um cenário tão vergonhoso. Nem o mínimo que uma empresa deve fazer que é a gestão destes funcionários não é feita, sendo feito o fechamento de folha pelo RH da prefeitura,
serviço qual deveria ser da empresa terceirizada, e assim o lado mais prejudicado é do trabalhador mais uma vez.

Informamos que a medida fere os princípios da administração pública, vez que o município ao terceirizar os serviços públicos, tem o dever de fiscalizar de maneira incisiva o contrato de licitação. Até quando devemos receber sem ter posicionamento? Até quando a classe mais vulnerável deve sofre para receber o que vem trabalhando? Cadê a responsável pela fiscalização do contrato e o Secretário de Administração e Finanças?

Diante deste fato, protocolamos denúncia junto ao ministério do trabalho e estamos aguardando retorno do órgão fiscalizador.

Informamos ainda que outras medidas estão sendo tomadas.

Fonte: Da Redação Namidia News

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