Neste domingo (12), o presidente do Equador, Lenín Moreno, anunciou no Twitter que irá reduzir o próprio salário em 50% durante a pandemia de coronavírus. O chefe de estado também anunciou corte nos vencimentos do vice-presidente, ministros e vice-ministros.
Além disso, Moreno afirmou que todos os funcionários do Estado, inclusive governadores de províncias e membros da assembleia nacional seguirão a diretriz.
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O Equador é um dos países que mais vem sofrendo com a COVID-19 na América do Sul. De acordo com dados da Reuters, pelo menos 7.257 casos e 315 mortes foram registradas ali até este domingo. Autoridades locais acreditam que este número pode ser muito maior.
A cidade portuária de Guayaquil, na província de Guayas, registra mais de 70% dos casos no país e pode ser isolada militarmente. Com o volume crescente de mortes relacionadas ao novo coronavírus, o Equador teve, nos últimos dias, dificuldades para coletar os cadáveres das vítimas, e algumas famílias relataram que ficaram com corpos de parentes, em casa, por vários dias.
Moradores de Guayaquil afirmam que, por causa de rigorosas medidas de quarentena destinadas a impedir a propagação da doença, incluindo um toque de recolher, não têm como enterrar seus parentes de forma prática e digna. A crise levou a prefeitura de Guayaquil a distribuir caixões de papelão diante da escassez dos de madeira no país.
Fonte: Da Redação Namidia News com informações de CNN e Reuters