Polícia identifica suspeito de matar menina dentro de escola há 6 anos

A polícia identificou o suspeito de ter matado Beatriz Angélica Mota, uma menina de 7 anos, em dezembro de 2015, dentro de uma escola particular de Petrolina (PE). Ele confessou o assassinato.

Beatriz estava em uma solenidade de formatura do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora com a família. Em um determinado momento, ela se afastou para beber água e desapareceu. O corpo da garota foi encontrado cerca de 40 minutos depois. 

As autoridades afirmaram que chegaram até Marcelo da Silva após peritos coletarem o DNA no cabo da faca usada para dar 42 golpes na criança. A arma foi deixada no local do homicídio, um depósito de material esportivo do colégio.

A polícia comparou os dados genéticos aos de 125 pessoas que fazem parte de um banco de dados. Assim, a partir da análise do material contido no objeto utilizado no crime, foi possível comparar com o perfil do suspeito.

Mais detalhes sobre o crime e prisão do homem serão dados na manhã desta quarta (12), durante uma coletiva de imprensa da polícia pernambucana, no Recife.

Polícia coletou DNA de uma faca encontrada no local do crime (Foto: TV Globo)

“DNA não é suficiente”

Nesta terça-feira (11), logo após o anúncio, a mãe da menina, Lucinha Mota, se pronunciou nas redes sociais. Ela pediu a confirmação de outros elementos que levaram à identificação do homem, bem como um esclarecimento quanto à motivação do crime.

“No inquérito de Beatriz, não cabe um inocente. Não cabe. Aqui no inquérito de Beatriz só cabe os culpados. Se foi feito exame de DNA, se deu positivo, tem outros elementos que precisam ser confirmados, principalmente a motivação do crime, porque não vem a polícia dizer que ele é um doido que estava no meio da rua e entrou no colégio, não. Não venham”, disse a mãe.

“Não venham com esse argumento porque comigo não cola, não. Ninguém entra no colégio Auxiliadora sem ser conduzido por alguém, principalmente para entrar naquelas salas ali. O DNA por si só não é suficiente.”, completou Lucinha.

Fontes: Da Redação Namidia News com informações de g1 e BNews

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