Cientista é morta e tem dedo decepado por suspeito para acessar o celular dela

A bioquímica e modelo Ekaterina Antontseva
A bioquímica e modelo Ekaterina Antontseva (Foto: Poltavskiy Denis/P©LTAVSKIY)

Ekaterina Antontseva, de 34 anos, foi encontrada morta, sem roupa, e com o polegar decepado dentro do apartamento dela, na última semana, na Rússia.

Conforme a polícia, a bioquímica e modelo teria sido estrangulada ou sufocada e o seu dedo teria sido cortado pelo suspeito para utilizar a impressão digital dela e conseguir acessar o celular da mulher. Ontem (26), um suspeito foi preso e a parte de um dedo arrancado — que seria da cientista — foi encontrado na casa dele.

O corpo de Ekaterina foi achado pelo namorado dela, um empresário da construção civil, quando retornou de uma viagem de negócios. A bioquímica trabalhava no Instituto Tecnológico de São Petersburgo e nas horas vagas atuava como modelo.

Conforme o site Daily Mirror, a polícia ainda explicou que o suspeito enviou mensagens do celular de Ekaterina, se passando pela mulher, e dizendo que estava se sentindo mal e não iria trabalhar. A corporação ainda acha que o suspeito apagou mensagens entre ele e a vítima.

Acredita-se que o homem devia dinheiro a Ekaterina, eles teriam discutido por conta do valor, e ele teria a matado.

Um homem, identificado como Artytom, de 36 anos, foi detido ontem sob suspeita de matar a bioquímica. O polegar decepado da modelo foi encontrado na casa dele.

Relatórios apontam que as janelas do apartamento foram fechadas e lacradas com fita para evitar que os vizinhos percebessem os odores do corpo.

O Comitê Investigativo da Rússia está conduzindo uma investigação pelo assassinato de Ekaterina.

Fonte: Da Redação Namidia News com informações de UOL

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