
Os titulares voltam no domingo, dia do duelo de volta pelas quartas do Baianão, contra o Galícia.
Diante da formação alternativa do Tricolor, o Campinense partiu para cima no começo do jogo. Tanto que Douglas Pires, em sua primeira partida no ano, foi obrigado a trabalhar logo cedo. Aos seis e aos sete minutos, Felipe Alves soltou o pé direito da entrada da área. Douglas foi muito bem em ambos os lances.
Depois da pressão inicial, no entanto, o Bahia se soltou. Aos 20, após rebote do goleiro em cobrança de falta de Chicão, Zé Roberto marcou, mas o gol foi anulado corretamente por impedimento. Dois minutos depois, o mesmo Zé bateu para grande defesa de Gledson.
A partir daí, o embate arrefeceu. A monotonia só foi interrompida aos 35 minutos, com chute perigoso de Luiz Fernando. Aos 37, Tchô respondeu na mesma moeda para o Bahia. Lances que serviram para temperar uma etapa inicial no mínimo interessante.
Com um Tricolor sem nenhuma responsabilidade e um Rubro-Negro ávido pela vaga à próxima fase, o tempo complementar prometia gols.
E o primeiro quase saiu aos nove minutos, quando Zé Roberto, de novo ele, parou em Gledson. Aos 21, foi a vez de Tchô dar trabalho ao arqueiro do Campinense, que já não assustava mais no ataque.
Depois do ensaio, Tchô abriu o placar aos 23. Ele colocou no cantinho de fora da área. Belo gol de um atleta que só havia disputado um jogo até então na temporada.
Aos 33, os paraibanos chegaram perto do empate, mas Chicão salvou em cima da linha após cabeçada de Felipe Alves. Seis minutos depois, Reginaldo Júnior teve grande chance, mas errou o alvo. Aos 49, após confusão na área, Willian ligou o botão da festa no Amigão.
A Tarde