Em ao menos uma década de atuação, segundo a polícia, Bruna Rayalla aperfeiçoou suas técnicas para se tornar uma das maiores ladras de celulares e carteiras do Rio – até ser presa no sábado (1º).
Ao menos três crimes gravados por câmeras de segurança em Copacabana mostram como ela agia: com brincadeiras sensuais e até oferecendo programa para distrair as vítimas.
Os investigadores dizem que ela se aproveitava de sua aparência para se aproximar, principalmente, de turistas.
Em um dos vídeos, Bruna aborda um homem no meio da rua e oferece um programa. Ela, então, esfrega seu corpo no da vítima e, em seguida, pega o aparelho celular que estava no bolso de trás da calça do homem, sem ele notar. Depois, vai embora tranquilamente.
A Polícia Civil segue a investigação para identificar os outros criminosos da quadrilha e os receptadores dos telefones celulares furtados.
No sistema da Polícia Civil consta que há mais de 10 anos Bruna vem praticando furtos, com dezenas de registros de ocorrência, sempre da mesma forma. Ela foi detida sete vezes, e ficou presa entre 2014 e 2017.
Ao deixar a prisão, segundo a polícia, ela voltou a furtar celulares e carteiras das vítimas. Policiais informaram que ela está em prisão temporária e será submetida a reconhecimento pelas vítimas.
Ela também vai responder pelos crimes de extorsão praticada contra vítimas que pagaram para manter relações sexuais com ela.
Fonte: g1