Empresa oferece funeral de boneca sexual no Japão

Bonecas realistas e robôs sexuais já são uma realidade. Mas e depois que você, de fato, compra uma e, após um tempo, enjoa?

Eis que se livrar de uma boneca realista não é exatamente simples. Guardá-la no armário ocupa muito espaço e pode constranger alguma visita. Apenas colocar o corpo dentro de um saco provavelmente deixará seus vizinhos aterrorizados. Desmembrar uma reprodução tão fiel de um ser humano também não é exatamente confortável. Por isso, a Ningen Love Doll resolveu dar um fim cerimonial aos sex toys.

A empresa oferece funeral à boneca . E tem diferentes tipos de funeral para bolsos e envolvimentos afetivos variados.

Por 50 mil ienes (cerca de R$ 1.920), o cliente pode pedir um funeral cheio de detalhes, com direito a memorial da boneca, certificado e fotos ou vídeos da cerimônia. Quem manda é o viúvo.

Por 90 mil ienes (R$ 2.300,00) a situação fica mais intimista. O dono pode acompanhar os momentos finais do objeto. Ele ganha permissão para ir até o local onde os brinquedos são esmagados por processadores. Como carros em ferros velhos hollywoodianos.

Aqueles que não quiserem esse fim para suas ex-amadas podem pedir uma situação mais ritualística: funcionários da empresa desmembram a boneca usando uma espada tradicional enquanto uma carta escrita pelo dono é lida. Fotos, vídeos e certificados também são entregues ao dono – que pode ficar com um pedaço como lembrança.

Quem quer se livrar de mais de uma, no entanto, pode optar pelo terceiro plano, mais em conta. Por 30 mil ienes (R$ 1.150) por objeto você pode fazer velórios simples e simultâneos – poupando tempo e dinheiro.

Antes do velório, ainda há um constrangimento: as bonecas têm que ser enviadas para a Niegen via correio. Então, de uma forma ou de outra você ainda terá que colocar um corpo quase-humano dentro de uma caixa gigantesca e dirigir até o correio mais próximo.

A empresa ainda entrega a seus clientes um certificado emitido pela cidade de Osaka afirmando que a boneca não deixou resíduos poluentes durante sua despedida.

Com informações de: G1

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