Confinada no ‘Big Brother’ italiano, brasileira acompanha trecho de velório do irmão por chamada de vídeo

Brasileira optou por seguir na casa após a morte de Lucas Mello. Confinados também prestaram uma homenagem a ele durante o programa.

Dayane Mello, modelo brasileira que está confinada no “Gran Fratello VIP”, versão italiana do reality show “Big Brother”, conseguiu acompanhar um trecho do velório do irmão Lucas Mello através de uma chamada de vídeo com a família, na tarde desta quarta-feira (3).

A informação foi confirmada pela assessoria de Dayane e por Juliano Mello, outro irmão da modelo.

Ele estava sozinho no veículo e colidiu com um caminhão na BR-470, entre Lontras e Rio do Sul. As causas do acidente ainda são investigadas.

Na casa, Dayane e os confinados prestaram uma homenagem a Lucas, soltando uma lanterna chinesa ao céu. Segundo a assessoria da modelo, fãs do mundo todo mandaram arranjos de flores para o velório, demonstrando todo o apoio à família.

Na manhã desta quinta-feira (4), Dayane também conversou um pouco com o pai e o irmão Juliano.

Dayane Mello com o irmão Lucas — Foto: Reprodução/Instagram

Desejo do irmão

A modelo foi chamada no confessionário na manhã de quarta-feira (3), onde recebeu a notícia da morte do irmão. Na ocasião, Dayane conversou com o irmão Juliano e uma psicóloga.

Bastante abalada, ela retornou para a casa e optou por não desistir do jogo, pois o último desejo de Lucas foi que ela fosse campeã do reality. Além disso, ela não “tem como voltar ao Brasil por causa da pandemia”, explicou a assessoria. Aos prantos, foi amparada pelos outros participantes do programa.

Finalista

Dayane Mello é uma das finalistas do “Grande Fratello VIP”. Em 25 de janeiro, a modelo brasileira foi a vencedora em uma votação com o público para escolher quem iria direto à final, que acontece no dia 26 de fevereiro. No entanto, ela concorria com outros três colegas de reality show.

Confinada há quatro meses, Dayane conquistou o apoio da torcida brasileira no realty após ser alvo de comentários misóginos e xenofóbicos.

“São mensagem de gente do Brasil, de Portugal, da Argentina, do mundo todo. Pessoas que se identificaram com o que passamos, que viveram a mesma situação'”, disse ao G1 o irmão dela, Juliano Mello.

Fonte: G1

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