Americano vende tudo, menos ’39 itens essenciais’ para viajar o mundo

Andrew Hyde diz ter viajado 32 países apenas com o que cabe em mochila.
‘Percebi que tinha um monte de coisas de que não precisava’, disse a jornal.

Andrew Hyde começou seu projeto de viver com o mínimo com apenas 15 itens, mas hoje possui 39 (Foto: Caters)

O americano Andrew Hyde levou o conceito de “mínimo para viver” ao extremo e vendeu tudo que tinha, exceto 39 itens que considera essenciais, para viajar pelo mundo.

Desde que iniciou a empreitada, quando vendeu sua casa em maio de 2010, o americano de Boulder, no Colorado, disse ter visitado 32 países.

Ao diário britânico “Daily Mail”, Hyde contou que vive apenas com o que cabe em sua pequena mochila laranja. Ele afirma que entre os 39 itens existem alguns luxos –no início, eram apenas 15 itens, incluindo cuecas e uma escova de dentes elétrica.

O americano contou que foi forçado a acrescentar alguns itens à bagagem, entre os quais três camisas quadriculadas e um chapéu de cowboy após trabalhar em um rancho por uma temporada. Ele também comprou um paletó, camisa, gravata e “bons sapatos” quando foi convidado a dar uma palestra.

Exceto por um iPhone, um laptop para fazer seus trabalhos como free-lancer que custeiam as viagens, os demais pertences do americano são extremamente simples. O Volkswagen Golf ano 2003 é o único deles que não está na mochila. “Eu simplesmente percebi que tinha um monte de coisas de que não precisava”, disse ao “Daily Mail”.

“Eu só precisei sentar e pensar: ‘O que eu tenho a oportunidade de usar todo dia? O que eu realmente tenho orgulho de ter?’ Peguei o essencial e o resto foi embora”, disse.

Segundo ele, o item favorito é a mochila laranja, “a melhor que já teve e que cabe tudo dentro”.

Hyde já percorreu países como Japão e Tailândia, além de ter cruzado os Estados Unidos.

“Não tenho planos de ficar em nenhum lugar por enquanto. Estou muito feliz de viver com os itens que tenho agora”, afirma. “Descobri uma qualidade de vida muito melhor rejeitando as coisas como um indicativo de sucesso.”

 

G1

 

 

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