Vítima morreu após ser atendida em posto de saúde de Ribeirão Preto (SP).
Em depoimento à polícia, cardiologista disse suspeitar de uso de drogas.

Tudo teria começado quando o jovem passou mal na noite de sábado (25), durante um jantar na casa da mãe. Medeiros foi socorrido pelo cunhado, o frentista Danilo de Oliveira Ferreira, que acompanhou o atendimento. Segundo o frentista, a médica responsável aplicou duas doses de relaxante muscular num curto espaço de tempo.
“Como ele estava meio grogue, ela tentou tirar o espinho com o dedo e ele, tentando vomitar, mordeu o dedo dela. Aí ela ficou muito nervosa e mandou aplicar outra dose de tranquilizante”, afirmou Ferreira, destacando que nesse momento o metalúrgico ficou sem os sinais vitais.
O frentista contou que a equipe tentou reverter o quadro com massagem cardíaca e realizando uma traqueostomia, mas os procedimentos não surtiram efeito. “Ele morreu porque a médica foi displicente. Nós pretendemos entrar com uma ação contra essa médica, para ela não fazer a mesma coisa com outras pessoas”, desabafou.
A dona de casa Cláudia da Silva Masalskas, tia da vítima, também estava na UBDS durante o atendimento e confirmou que a médica estava nervosa e era ríspida com a equipe que a auxiliava. “Eu vi uma enfermeira chorando, então eu acho que alguma coisa de errado teve. Ele entrou lá andando, conversando. É injusto uma pessoa entrar num posto de saúde engasgado e sair morto.”
G1