Vôlei & Ginástica

Brasil no páreo por medalhas na ginástica e no vôlei

SÃO PAULO – Os brasileiros já se acostumaram a ter grande esperança quando entram em ação, nos Jogos Olímpicos, os atletas do vôlei e da ginástica do País. Mas os resultados são bem distintos. Enquanto tanto o vôlei de quadra como o de praia estão habituados a subir no pódio, a ginástica acumula decepções. Daiane dos Santos, campeã mundial no solo em 2003, deixou a desejar no ano seguinte, em Atenas. E Diego Hypólito, grande favorito ao ouro em Pequim, viu suas chances despencarem com um tombo frustrante na final.

A equipe de ginástica feminina, que vem de um vexatório sexto lugar no Pan de Guadalajara, evitou novo fiasco ao se classificar, raspando, no Pré-Olímpico de Londres, este mês.

A ginástica masculina não conseguiu classificar uma equipe. Mas tem mais chances de medalha, com o mesmo Hypólito, bronze no último Mundial, e com Arthur Zanetti, prata nas argolas no evento disputado em Tóquio.

No vôlei masculino, o Brasil perdeu sua supremacia. Na Copa do Mundo, obteve a terceira vaga. As chances de ouro diminuíram, mas é difícil imaginar a equipe de Bernardinho fora do pódio.

Já o feminino, sem a veterana levantadora Fofão, experimenta um declínio ainda mais agudo. As atuais campeãs olímpicas não se classificaram na Copa do Mundo e a necessidade de disputar vaga num Pré-Olímpico continental, em São Carlos, certamente prejudicará a preparação.

As expectativas melhores recaem mesmo sobre o vôlei de praia. O competente Emanuel parece revigorado ao lado de Alison, e Juliana e Larissa estão ainda mais obstinadas na perseguição ao ouro.

 

 

 

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