Na última terça-feira(9), um empresário foi flagrado pela Guarda Civil Municipal enquanto recebia combustível furtado de um caminhão em Luís Eduardo Magalhães.
O empresário foi preso em flagrante por receptação qualificada, e outros quatro envolvidos na ação também foram detidos e liberados depois de serem ouvidos pela Polícia Civil que está apurando o caso.
Após receber denúncia anônima, a polícia foi até o trecho BR-242 onde viu o momento que um homem fazia a transferência de diesel de uma carreta de empresa privada para os galões.
No local estava o empresário, cujo nome não foi divulgado, e este seria o mandante do crime.
A Polícia Civil apurou que o empresário comprava o combustível por R$ 3,40 e revendia a R$ 4,40, ganhando então R$ 1,00 por litro de forma fradulenta.
Conforme as investigações, a fraude já havia sido cometida pelo menos outras cinco vezes. Somente na carga encontrada pela Guarda Civil Militar, havia mil litros de óleo diesel e gasolina distribuídos em dezenas de galões.
Segundo o Delegado Joaquim Rodrigues, responsável pelo caso, o motorista disse que o empresário fazia a distribuição para caminhoneiros.
Os outros 3 que foram escutados e liberados, são funcionários do empresário. Segundo o delegado, o motorista e os três funcionários foram liberados, pois, cumpriam ordens do chefe.
O delegado disse que o empresário segue preso e vai responder por interceptação qualificada e pode pegar até 5 anos de prisão, sem direito a fiança. Já o motorista, deve responder em liberdade por crime e furto qualificado.
Segue em investigação o que faziam para complementar o combustível furtado de maneira a não dar problemas na empresa pela diferença de volume, partindo assim do pressuposto que o combustível estava sendo adulterado.
Proprietária da carreta que teve o combustível furtado, a Transbahia informou que seus carros têm rastreadores e todos seguem uma rota previamente traçada, então pelo veículo ter parado em um posto de combustível, não foi notada nenhuma irregularidade. Alegaram que também abriram uma sindicância interna para apurar o caso.
Fonte: Da Redação NamidiaNews com informações de G1