Professor brasileiro morre atropelado na Colômbia

Professor brasileiro atropelado na Colômbia
Professor brasileiro morreu em atropelado em acidente na Colômbia (Fotos: Arquivo pessoal)

Na manhã desta terça-feira (7), o professor universitário cearense João Jaime Giffoni Leite, de 37 anos, morreu, atropelado por um furgão, na ilha de San Andrés, na Colômbia.

Ele andava pela calçada com o companheiro, Adamo Figueiredo Nogueira Mesquita, 30, quando o motorista do automóvel perdeu o controle do veículo e invadiu a calçada, segundo autoridades colombianas informaram a familiares e amigos do professor brasileiro.

De acordo com Ribamar Junior, coordenador do campus do Centro Universitário Fametro (Unifametro), onde João Jaime dava aulas, os dois estavam no país há poucos dias, em uma viagem a turismo. João Jaime sofreu politraumatismo e faleceu na hora.

Adamo Figueiredo também se feriu no acidente. Ele foi levado com vida para um hospital da região. O coordenador não soube informar o estado de saúde de Adamo.

Conforme a imprensa local, o motorista que causou o acidente trabalhava em um veículo de um supermercado. As autoridades colombiana investigam as causas do atropelamento.

Nota de pesar

João Jaime dava aulas para os cursos de Enfermagem, Odontologia, Farmácia, Estética e Cosmética, Fisioterapia e Nutrição da Unifametro. A instituição lançou nota de pesar e afirmou que o docente era “muito querido por toda a comunidade acadêmica”.

“A Unifametro reitera sua solidariedade à família do professor João Jaime e declara o extremo respeito à sua memória, bem como o agradecimento pela sua imensa contribuição para a instituição”, declarou o Centro Universitário.

Traslado

Ex-cônjuge do professor, o enfermeiro Karlisson Lira informou que a família tem enfrentado problemas burocráticos com a seguradora de viagem para trazer o corpo de João Jaime para o Ceará. Conforme ele, ainda não se sabe quando isso acontecerá.

“Estão pedindo extratos de comprovante de compra da viagem, e-ticket da passagem, extratos do cartão. Coisas que acabam dificultando, porque são informações restritas ao usuário. Nós só temos o comprovante do seguro que é enviado por e-mail, no momento da compra”, diz.

No entanto, ele afirma que o consulado brasileiro na Colômbia tem ajudado a resolver as burocracias. “Eu e a irmã dele falamos com o consulado e eles disseram que não precisava a gente ir até lá, que eles vão resolver. Uma informação adicional deve ser nos passada entre hoje e amanhã”.

Karlisson declarou, ainda, que João gostava muito de viajar. “Ele sempre falava ‘vamos aproveitar a vida o máximo que a gente pode’. Era uma pessoa muita alegre e tinha muitos planos, até de ir morar fora (do país)”, ressaltou.

O enfermeiro ainda afirmou que conversou com Ádamo, que está internado e deve ser transferido para outro hospital para tratar os ferimentos.

Com informações de: G1

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