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Covid-19: Portugal amplia amparo social

Bandeira de Portugal

Nesta quinta-feira (7), Portugal ampliou alguns programas sociais para trabalhadores informais, pessoas ameaçadas pela pobreza extrema e administradores de pequenas empresas. Foram as primeiras medidas anunciadas desde o fim do estado de emergência provocado pela pandemia de Covid-19.

Medidas extraordinárias foram implantadas pelo governo a fim de proteger empregos durante a crise de saúde. Posteriormente, elas foram estendidas a administradores de microempresas que faturavam até 80 mil euros. Além disso, também foram feitas para freelancers no primeiro ano de trabalho e não estavam contribuindo para a Previdência, informou o governo em comunicado.

As pessoas que solicitarem benefícios de inclusão social, voltados aos que estão na pobreza extrema, para elevar renda total a um máximo de 189 euros por mês por familia, não precisam mais estar registradas em um centro de emprego ou provar que estão procurando trabalho ativamente para ter direito à ajuda.

O tempo de contribuição à Previdência, exigido dos solicitantes para que possam receber seguro-desemprego, também foi reduzido à metade.

“Para os trabalhadores informais, trabalhadores independentes, dizemos que estamos aqui para apoiá-los. Este é o momento de formalizar sua participação na vida pública”, disse o primeiro-ministro, António Costa, removendo a máscara, obrigatória para os parlamentares quando não estiverem falando.

Portugal, que até agora registrou 26.715 casos do novo coronavírus e 1.105 mortes, flexibilizou o estado de emergência para a categoria de “calamidade” no domingo (3), e um plano de três fases para abrir setores diferentes a cada 15 dias entrou em vigor na última segunda-feira (4).

Fonte: Da Redação Namidia News com informações de Agência Brasil

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