Covid-19: Paciente com síndrome respiratória aguda grave fez tratamento com cloroquina em Ipiaú

Combinação de remédios

Um paciente diagnosticado com a covid-19, sem comorbidades, que apresentava síndrome respiratório aguda grave e tosse seca, foi submetido a tratamento com o uso de hidroxicloroquina associado ao antibiótico azitromicina.

O paciente tem 41 anos e a combinação dos remédios resultou em sua alta hospitalar.

As informações constam no relatório médico postado pelo paciente numa rede social, com o objetivo de informar que já estava curado, mostram que a combinação dos remédios usados no paciente de 41 anos usou a combinação dos remédios e resultou em sua alta hospitalar.

O tratamento teve início no dia 06 de abril e o paciente recebeu alta no último dia 15.

Conselho de Medicina autoriza hidroxicloroquina no início da Covid-19

Apesar de não haver uma comprovação científica de que a hidroxicloroquina seja eficaz para o tratamento do novo coronavírus, o uso desse medicamento tem sido bastante discutido entre as autoridades e profissionais da área de saúde em todo o país.

Nesta quinta-feira (23), o Conselho Federal de Medicina (CFM) teve uma reunião no Palácio do Planalto com o presidente Jair Bolsonaro e liberou o uso do medicamento em diferentes situações, incluindo no início de sintomas sugestivos de Covid-19 e em ambiente domiciliar.

O órgão afirmou que decidiu liberar os médicos a receitarem o remédio em três casos específicos:

1 – Quando o paciente está em estado crítico, internado em terapia intensiva, com lesão pulmonar estabelecida. A hidroxicloroquina pode ser usada pelos médicos “por compaixão”. Isso ocorre quando o paciente já está fora de possibilidade terapêutica e o médico, com autorização da família, utiliza a substância;

2 – Quando o paciente, com sintomas da covid-19, chega ao hospital. Existe um momento de replicação viral em que a droga pode ser usada pelo médico com autorização do paciente e familiares;

3 – Quando o paciente tem sintomas leves, parecidos com o da gripe comum. Nesse caso, o médico pode usar a hidroxicloroquina, descartando a possibilidade de que o paciente tenha: influenza A ou B, dengue, ou H1N1. Também nesse caso, a decisão deve ser compartilhada com o paciente.

“O Conselho Federal de Medicina não recomenda o uso da hidroxicloroquina.

O que estamos fazendo é dando ao médico brasileiro o direito de, junto com seu paciente, em decisão compartilhada com seu paciente, utilizar essa droga. Uma autorização. Não é recomendação”, disse o presidente do CFM, Mauro Luiz de Britto Ribeiro.

Fonte: Giro Ipiaú

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