Segurança de miliciano morto na BA é solto após pagar fiança

Nesta terça-feira (11), Leandro Abreu Guimarães, que fazia a segurança do miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega, morto em ação policial na Bahia, foi solto da delegacia de Esplanada após pagar fiança no valor de R$3 mil. Ele estava preso desde o dia 7 de fevereiro deste ano, por posse de arma de fogo.

Na terça, a Justiça da Bahia já havia concedido liberdade para Leandro, mediante pagamento de fiança. No entanto, a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), disse que não informaria se Leandro Abreu Guimarães estava solto. O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) também não se posicionou.

Além da fiança, Leandro precisará cumprir algumas medidas como comparecer no cartório criminal, no Fórum de Esplanada, a cada dois meses, durante um ano, para continuar em liberdade. Também será necessário que ele permaneça dentro de casa, em todas as noites, das 19h de um dia até as 6h do dia seguinte.

A Justiça exige também que o homem comunique, previamente, a mudança de endereço, além do uso de monitoração eletrônica durante seis meses. Caso ele descumpra algumas das regras, a medida será revertida em prisão preventiva com possibilidade de agravamento das medidas.

De acordo com Maurício Barbosa, secretário de Segurança Pública da Bahia, Leandro foi quem indicou aos policiais o sítio onde estava o ex-capitão do Bope, apontado como chefe do Escritório do Crime.

Adriano foi morto em um confronto com policiais militares no domingo (9), em um sítio na zona rural de Esplanada, a cerca de 168 km de Salvador. O sítio pertence a um vereador do PSL na Bahia, que em nota afirmou não conhecer Adriano.

O vereador Gilson Neto disse ainda que solicitou à Secretaria de Segurança Pública da Bahia brevidade nas investigações e destacou que está à disposição das autoridades competentes “para colaborar para que os fatos sejam esclarecidos com máxima brevidade”.

Após investigações do serviço de inteligência do Rio de Janeiro, o segurança foi achado pela polícia em uma casa distante alguns quilômetros do sítio.

O segurança contou aos policiais que não sabia do histórico de crimes do miliciano.

Com informações de: G1

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