Na semana passada, o vídeo de uma passageira tentando despachar um botijão de gás de cozinha em um avião viralizou na internet. O caso aconteceu na madrugada da última quarta-feira (23), em um voo de Recife à São Paulo.
Nas imagens, um funcionário da empresa aérea abre uma caixa que a mulher pretendia despachar. Ao ver que ali tinha um botijão de gás de cozinha, ele explica à cliente que não é possível transportar o objeto.
“Isso aqui não pode ser despachado não, certo? Isso aqui é praticamente uma bomba. A senhora derruba um avião com um negócio desse. Não pode embarcar não.”
A passageira questiona se mesmo vazio não poderia levar.
“Vazio ou cheio não pode”, responde o funcionário.
Em nota, a empresa Gol informou que “uma cliente compareceu ao check-in para embarque no voo 1611, trecho (REC-GRU), na madrugada desta quarta-feira (23/03) com o intuito de despachar uma caixa que continha um botijão de gás de cozinha. O colaborador da companhia, em procedimento padrão de segurança, identificou que a bagagem possuía item perigoso e, de pronto, comunicou à cliente que o mesmo não poderia ser despachado, pois representaria um risco ao voo. Todo o procedimento transcorreu de forma tranquila e a cliente embarcou normalmente.
Todos os colaboradores da Gol nos aeroportos são treinados para evitar que qualquer tipo de item proibido seja embarcado e atuam sempre com foco na segurança, valor número 1 da Gol.
A companhia reforça que as regras de bagagem estão disponíveis para consulta e informação desde o momento da compra até o embarque, seja pelo site da companhia e demais canais de atendimento – físicos e online, ou mesmo pelos totens e equipe dos aeroportos”.
Conforme a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), “a restrição ao embarque de determinados itens na bagagem de mão ou despachada em aeronaves tem por objetivo garantir a segurança no transporte aéreo, evitando a presença de objetos que possam oferecer riscos à operação”.
As regra da Anac em relação a bagagem podem ser conferidas aqui.
Fonte: Da Redação Namidia News com informações de ISTOÉ Dinheiro