O projeto de vídeo-teatro “Pandemia em Alto Mar” de Fernando Freire, jornalista de Porto Seguro, conhecido como Gabiru, foi classificado em segundo lugar no Calendário das Artes, divulgado em Junho de 2020.
As gravações do vídeo-teatro já foram finalizadas e é aguardada com expectativa a publicação na plataforma da Fundação Cultural em breve.

A 8ª edição do edital Calendário das Artes recebeu 1.788 propostas inscritas, oriundas dos 6 macroterritórios do estado da Bahia.

SINOPSE
O projeto “Pandemia em Alto Mar”, premiado pelo Calendário das Artes 2020, é uma leitura dramática virtual da tragicomédia de Fernando Freire, com interpretação do ator Gabiru.
A peça conta a história de um grupo de pessoas que para escapar de uma ‘doença misteriosa’, que estaria assolando o mundo inteiro, decide fugir da cidade em um barco para se proteger da pandemia em alto mar, pois acreditam que no meio do oceano estariam livres da doença.
Depois de alguns dias navegando em alto mar, o barco naufraga. Apenas três sobreviventes escapam em um bote salva-vidas e ficam à deriva em alto mar.
E aí acontece uma grande surpresa!
Em um bate-papo descontraído com a equipe do Namidia News, Fernando Freire, o Gabiru, revelou a emoção de escrever “Pandemia em Alto Mar”, confira:
Por que e qual a emoção de fazer a “Pandemia”?
“Voltar a escrever ficção e interpretar os três personagens da ‘peça virtual’ PANDEMIA EM ALTO MAR, em plena pandemia, após cerca de 20 anos de confinamento artístico, foi um dos maiores desafios da minha vida.
Em tempos difíceis de pandemia e de sombrio extremismo, a arte não é mais apenas uma forma de diversão e entretimento, a arte se tornou uma necessidade básica para a humanidade, pois ela tem o poder extraordinário de transformar desordem e incertezas em esperança e alívio”.
CURRÍCULO DO ATOR, AUTOR TEATRAL FERNANDO FREIRE
- Foi aluno da primeira turma do curso de “Bacharelado em Artes Cênicas” da Fundação Brasileira de Teatro (Faculdade de Artes Dulcina de Moraes) em Brasília.
- Autor da peça “A Volta do Urubu Gabiru” encenada em 1984 do Teatro Nacional em Brasília, peça premiada em concurso do Instituto Nacional de Artes Cênicas (INACEN), Serviço Nacional do Teatro (SNT) e Fundação Cultural do Distrito Federal (FCDF).
- Diretor e produtor da peça “A Bicicleta do Condenado” de Fernando Arrabal, encenada em 1984 no Teatro Galpão, em Brasília, com patrocínio da Fundação Cultural do Distrito Federal (FCDF), Secretaria de Cultura do DF e apoio da Embaixada da França.
- Em 1986, foi diretor do “Projeto Rádio Teatro Educadora” na rádio Educadora da Bahia FM (IRDEB). Foram ao ar as peças radiofônicas: “O Berço do Herói” de Dias Gomes; “Piquenique no Front” de Fernando Arrabal; “A Exceção e a Regra” de Bertold Brecht, entres outras.
- Autor da peça “A Cabeleira de Berenice” encenada em 1988 pelo grupo “Fora dos Eixos” no Teatro da Escola Parque em Brasília e no Teatro Santo Antônio, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), hoje Teatro Martim Gonçalves em Salvador.
- Em 1991, escreveu a peça radiofônica “A Ferrovia do Diabo” (Maria Louca) dirigida pelo diretor alemão Helmut Kopetzky encenada no Teatro Nacional de Brasília e veiculada na rádio SBC de Berlim (Alemanha) com apoio do Instituto Goethe (Instituto Cultural Brasil Alemanha).
- Em 1992, roteirista e sonoplasta do filme “O Defunto Vivo” vencedor do Festival de Cinema de Brasília na categoria curta metragem, apoio do Polo de Cinema e Vídeo do DF e do Centro de Produção Cultural Educativa da Universidade de Brasília (UNB).
- Em 1994, com apoio da Fundação Cultural do Distrito Federal (FCDF), dirigiu e adaptou peças radiofônicas para a Rádio Cultura FM de Brasília, a exemplo da “Exceção e a Regra” de Bertold Brecht; “Dona Xepa” de Pedro Bloch e “Juiz de Paz da Roça” de Martins Penna.
- Em 2020, premiado pelo Calendário das Artes da Fundação Cultural do Estado, com o projeto da LEITURA DRÁTICA VIRTUAL da tragicomédia “Pandemia em Alto Mar”.
Redação Namidia News